Paulo Barreto, candidato a prefeito de Pendências, nega crimes atribuídos a ele e família em jingle

Paulo Barreto, candidato a prefeito de Pendências, nega crimes atribuídos a ele e família em jingle

O candidato à Prefeitura de Pendências Paulo Barreto (PT) negou os crimes atribuídos a ele e à família em uma música que circula nas redes sociais desde a semana passada. Em entrevista ao Brasil Urgente, da Band, na tarde da terça-feira (10), o candidato voltou a afirmar que acionaria a Justiça Civil e Eleitoral para buscar punição aos responsáveis pelo que ele chamou de “jingle do ódio”.

Assim como disse à Tribuna do Norte através de sua assessoria, o candidato está em busca de informações sobre quem são os responsáveis pela música. Ele afirmou que acredita que o jingle foi produzido por adversários políticos que, segundo o próprio candidato, estariam incomodados com sua candidatura. 

Na música, diversos crimes são atribuídos a Paulo Barreto e familiares. Ele lamentou o envolvimento dos seus entes, principalmente de seu pai, que, segundo ele, está com a saúde debilitada e ficou ainda mais abalado com as informações sobre a música. Contudo, Paulo Barreto negou a veracidade dos supostos casos relatados na canção.

“Lamento as citações principalmente pela pessoa do meu pai, há mais de 10 anos acamado, e mesmo assim ainda tem que ver seu nome citado em meio a episódios como esse. Se tudo que está aí fosse verdade, nós estaríamos vivendo em um país onde a regra seria a impunidade. Se for puxar a ficha criminal, não vai verificar nenhuma ocorrência dessas. Tem crime citado, como incêndio em casa de família, e isso, na realidade, se formos analisar, teria sido um caso de tanta repercussão que deveria ter sido relatado até a própria ONU. Eu pago um preço por ter desafiado um grupo político que estrategicamente se viu sob risco de perder o poder. Lamento pelo sofrimento causado à minha família”, disse o canddiato.

Sobre as medidas legais que estão sendo tomadas, Paulo Barreto afirmou que já tem alguma informações e que vai repassar à Polícia Civil. “Existe algumas suspeitas, vamos passar para o setor de inteligência da Polícia para que se tome uma medida. Na minha visão, não é a pessoa de Paulo Barreto (atacada), é o processo democrático que fica em risco. Isso pode ser uma arma que poderá ser utilizada futuramente por outros grupos políticos que se sintam ameaçados”, disse.

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